A taça do amor

Se você é sensato, deve fazer como a taça e não como o canudo, que recebe algo e quase ao mesmo tempo passa logo para a frente; já a taça espera até que fique repleta.

Desse modo ela dá o que transborda, sem nenhum prejuízo.

Você deve aprender a derramar só quando estiver pleno, e não queira ser mais generoso que o próprio Deus.

A taça faz  como a fonte: só quando está repleta derrama a água para formar o rio ou o lago.

Você deve fazer o mesmo: primeiro encher-se; depois, derramar.
O amor benevolente e sábio se plenifica e não se esvazia.

Eu não quero ficar rico às custas do seu esvaziamento.

Porque, se você trata mal a si mesmo, com quem você vai ser generoso?

Se você pode, de-me de sua plenitude; se não, guarde para si mesmo, até ficar repleto.”

(São Bernardo de Claraval).

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